
A onda agora são as empresas se auto intitularem “sustentáveis”.
Poderíamos até afirmar que o surgimento de empresas ligadas ao meio ambiente e o bem estar da comunidade não é mais uma tendência, é um fato em todo mundo.
Em quase todos os segmentos: automotivo, financeiro, cosmético, alimentício, entre outros, vemos isso acontecer.
Mas se pararmos para olhar cautelosamente, contamos nos dedos quais dessas marcas/empresas que, de fato, carregam uma “alma verde”.
A Toyota, por exemplo, tem como objetivo se tornar uma empresa 100% “verde” até 2010. E para isso, desenvolve produtos e normas que fortalecem este seu posicionamento.
Inclusive, a empresa foi reconhecida pelos consumidores americanos como a montadora mais “green” (verde) dos EUA, segundo pesquisa da Environmental News Network.
A exemplo, automóveis como Prius, Yaris, Highlander e Camry (todos da Toyota) começaram a ser
desenvolvidos com a tecnologia híbrida. Fora isso, a montadora lançou o projeto “Earth Charter” (Carta à Terra) que são regras que defendem a implantação de normas sustentáveis para serem efetuadas interna e externamente, pela empresa.
Como eu também havia dito no ADivertido, a Toyota acabou de inaugurar o projeto digital Toyota Future: um portal multimídia que reúne ensinamentos, fundamentados em documentários, games e vídeos interativos, com ensinamentos sobre o desenvolvimento sustentável da empresa.
Portanto, podemos definir neste primeiro artigo da série (Empresa “verde” de verdade), que não basta uma empresa dizer que ela é verde. Deve ser trabalhado vários pontos de conscientização entre o B2B e o B2C (dependendo do caso) para que a marca seja realmente percebida como “green” (verde).