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Arquivado para Sustentabilidade

CO2 Cube

Um cubo gigante, colocado no centro de Copenhagen, transmite vídeos em que pessoas do mundo todo comentam algo relacionado às questões climáticas.

Em parceria com o Youtube, a CNN selecionou as melhores questões enviadas pelo público ao canal do COP15, que também foram respondidas pelos líderes mundiais no encontro de hoje. Essas melhores são transmitidas CO2 Cube.

| Via E* Idéias

Florence Interactive Bus Stops

Depois de Nova Iorque ter implantado postos de informação hight tech pela cidade, chegou a vez de Florença seduzir os turistas e moradores com telas multimídia em abrigos de ônibus e nas calçadas do centro da cidade.

Graças a uma parceria entre Senseable City Lab do MIT, a província de Florença e a autoridade de transportes públicos local, lançou neste mês de outubro estes pontos high tech, que funcionam como pontos de informação turística.

Batizadas de EyeStop, os abrigos tem telas touch screen que permitem a consulta de maps, navegação na internet, acesso a informação sobre pontos turísticos (em diversas línguas), e até inserir anúncios numa seção de classificados online. Além disso, estes pontos futuristas vão monitorar a qualidade do ar e funcionarão com energia solar.

Greenscroll, por uma internet mais “verde”

Navegar pela web pode parecer um ato inofensivo, mas a quantidade de energia necessária para entrar cada site que visitamos é maciça. Para ter uma idéia, estima-se que uma empresa do tamanho do Google tem quase 1 milhão de servidores na web. Basta imaginar quanta energia e hardware é necessário para executar uma operação desse tamanho.

É por motivos como esses que surgiu o GreenScroll. Ele funciona como um serviço de abastecimento de energia renovável para o seu site, economizando a zero a utilização de carbono.

Pagando uma taxa opcional por mês, você receberá energia desejável para não utilizar carbono.

O serviço é novo, mas tá começando a ser considerado como uma saída positiva pelos internautas e empresas de hospedagem.

| Via @iperelmuter

Acorn House: Restaurante ecológico

O sucesso de um restaurante em Londres indica uma nova tendência na capital britânica: casas que adotam práticas para reduzir, ao máximo, o seu impacto no meio-ambiente.
Citado na nova edição do “London Restaurant Guide“, o Acorn House tem recebido críticas favoráveis de jornais como “The Times” e “Independent”.
A Acorn House usa ingredientes produzidos de forma sustentável por produtores independentes, e transforma todas as sobras em adubo ou lixo reciclável e tentar usar fontes renováveis de energia.

| Via Folha

Orange Telecom: Eco-experience

A Orange Telecom apresentou um projeto conceito que será utilizado em um festival de música no Reino Unido. Trata-se de uma tenda enorme abastecida por energia solar. A tenda será fincada no gramado onde acontecerá os shows, e as pessoas poderão carregar seus celulares, conhecer novidades tecnológicas que serão promovidas no local e interagir com a marca.

Criatividade + Reciclagem = I-Lohas

Um novo jeito de reutilizar as garrafas pet foi idealizado pela Coca-Cola do Japão, especialmente para sua nova bebida, a I-Lohas. Ao invés de beber e logo em seguida jogar a garrafa fora, eles pensaram que seria interessante poder criar moldes com as próprias garrafinhas. Ao terminar de ingerir toda a bebida, o consumidor pode dobrar fazendo com que a garrafinha se torne um pequeno vaso ou qualquer outra coisa que preferir. Assim, a garrafinha não vai pro lixo e se torna um material de design reaproveitável bem orginal.

| Via CsCout

AEON Lake Town – O Shopping verde

Que a “onda” verde veio pra ficar ninguém tem mais dúvidas. Muito mais do que uma moda, projetos que tem a sustentabilidade como premissa, já são realidade (finalmente).

Seguindo essa linha, acaba de ser inaugurado o maior Eco Shopping center do Japão. O projeto conta com 2 complexos:  Mori (floresta)  and Kaze (wind), ambos gerenciados por empresas do Grupo Aeon. No meio dos dois complexos, há um lago artificial que tem três vezes o tamanho do famoso côrrego “Shinobazu no Ike”.

Além disso, o empreendimento ainda conta com centro chamado Hito to Shizen ni Kokochi Ii, que a traduzido ao pé da letra significa “pessoas e natureza juntas de uma maneira boa”. A prova disso é que o shopping usa energia solar que provêm de painés solares e gas, que estão sendo usadas pela primeira vez no Japão.  Segundo a AEON o uso da energia alternativa resulta em 20% de redução de emissão de carbono.

O Shopping ainda conta com uma novidade que ainda não atinge muita gente, mas demonstra que a postura do empreendimento não fica só no discurso. No estacionamento do Shopping há estação para recarga de carros elétricos (30 min carregando (o tempo previsto para compra) dá para percorrer cerca de 120 km usando  80% da carga).

O espaço e o site ainda contam com novidades e dicas de produtos eco-friendly e de ações ecológicas, como dicas para ir à pé, ou de taxi, ao Shopping.

Um belo exemplo de como o varejo também está ficando cada vez mais verde.

Empresa “verde” de verdade

A onda agora são as empresas se auto intitularem “sustentáveis”.

Poderíamos até afirmar que o surgimento de empresas ligadas ao meio ambiente e o bem estar da comunidade não é mais uma tendência, é um fato em todo mundo.

Em quase todos os segmentos: automotivo, financeiro, cosmético, alimentício, entre outros, vemos isso acontecer.

Mas se pararmos para olhar cautelosamente, contamos nos dedos quais dessas marcas/empresas que, de fato, carregam uma “alma verde”.

A Toyota, por exemplo, tem como objetivo se tornar uma empresa 100% “verde” até 2010. E para isso, desenvolve produtos e normas que fortalecem este seu posicionamento.

Inclusive, a empresa foi reconhecida pelos consumidores americanos como a montadora mais “green” (verde) dos EUA, segundo pesquisa da Environmental News Network.

A exemplo, automóveis como Prius, Yaris, Highlander e Camry (todos da Toyota) começaram a ser desenvolvidos com a tecnologia híbrida. Fora isso, a montadora lançou o projeto “Earth Charter” (Carta à Terra) que são regras que defendem a implantação de normas sustentáveis para serem efetuadas interna e externamente, pela empresa.

Como eu também havia dito no ADivertido, a Toyota acabou de inaugurar o projeto digital Toyota Future: um portal multimídia que reúne ensinamentos, fundamentados em documentários, games e vídeos interativos, com ensinamentos sobre o desenvolvimento sustentável da empresa.

Portanto, podemos definir neste primeiro artigo da série (Empresa “verde” de verdade), que não basta uma empresa dizer que ela é verde. Deve ser trabalhado vários pontos de conscientização entre o B2B e o B2C (dependendo do caso) para que a marca seja realmente percebida como “green” (verde).

Green Gadgets

O mercado de aparelhos eletrônicos também está buscando caminhos pertinentes para o desenvolvimento de soluções ecologicamente corretas.

Um concurso diferente, promovido, desde 2008, pelo site Greener Gadgets, mostra esse ano criações inéditas e super inusitadas.

Um dos 50 finalistas sugeriu, por exemplo, um aplicativo de computador que, através de um sistema wireless, indica quanto está sendo gasto de energia na residência e/ou escritório. Seu apelo principal é a linguagem prática e fácil de ser acompanhada e manuseada.

Mas nenhuma idéia ultrapassa a criatividade do projeto apresentado pelo designer coreano Jeon Hwan Juk.

Ele criou a Riti Coffe Printer, uma impressora ecologicamente inteligente que usa o pó de café para imprimir no papel e não precisa de eletricidade para funcionar. Sendo assim, você economiza bastante dinheiro com cartuchos caros de tinta para a sua impressora e ainda colabora com a natureza.

Ainda não tem previsão para que a “green printer” chegue ao mercado.

Veja a definição de todos os 50 finalistas (aqui)

| www.greenergadgets.com

Dubai: agora na América

Para aproveitar as 4000 plataformas de petróleo do Golfo de México, que serão desativadas nos próximos cem anos, a empresa Morris Architects pretende transformá-las em hotéis de luxo (no estilo daqueles de Dubai) com o projeto Hotelier at Sea.

Para evitar explosões das plataformas (o que custaria bem caro e acabaria com a fauna e flora marinhas), o método sugerido por este projeto é mover os quartos por meio de grandes petroleiros, instalando-os por meio de empilhamento e deslizamento de portas. A natureza agradece.

Via Gizmodo

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