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Jornal personalizado é direcionado aos jovens leitores

Com o objetivo de conquistar jovens leitores – acomodados por uma era onde a informação é mais “comoditizada” – o Niiu é um serviço alemão que defende a convergência de conteúdos personalizados em um jornal único e cheio de especificações especiais para cada um de seus leitores. Acima de tudo, ele é um projeto que luta contra a “morte do meio jornal”.

O Niiu fez uma parceria com 17 jornais diários, tanto nacionais (como o Berliner Morgenpost, Der Tagesspiegel e Bild) e internacionais (incluindo o New York Times e o Washington Post) para dar aos leitores uma opção maior de conteúdos de credibilidade.

Através de um site, os usuários do Niiu selecionam quais conteúdos e seções desejam ler em seu jornal personalizado, podendo incluir feeds de RSS online e customizar cores, imagens e até acrescentar um nome e um slogan ao jornal.

Quando o jornal estiver pronto, ele deve chegar na porta da casa do usuário cerca de 1 dia após a sua customização. É cobrado apenas uma taxa de emissão: 1,20 para estudantes e 1,80 para os demais.

O Niiu está disponível apenas em Berlim, mas planeja se expandir em breve para outras cidades da Alemanha.

| Veja também:

- Jornal norueguês cria rede social para atrair jovens

| Via Springwise

NYT ‘Insight Lab’

O New York Times está convidando seus leitores para uma discussão online sobre o futuro do veículo e do jornalismo, um setor que passa por uma crise jamais vista antes. A queda no número de anunciantes e a transformação nos hábitos de consumo de informação dos seus leitores são as principais questões que serão abordadas neste painel de debates virtual, batizado de NYT ‘Insight Lab’.

Para acessar todos os fóruns, o internauta terá que ter mais de 18 anos e ser residente nos Estados Unidos. A introdução do site é feita por uma série de enquetes criadas para melhor decifrar o perfil completo dos leitores, tanto do NYT online quanto os leitores do NYT impresso.

Skol Sensation por quem não é um profissional de imprensa

Na última sexta-feira, acabei recebendo a notícia de que eu havia sido credenciado como imprensa para cobrir, a vontade, o Skol Sensation.
Logo pensei que estava fazendo parte dessa nova era que está transformando o mundo da informação.

Isso porque acabei presenciando um simples fato que indica essa mudança no rumo do jornalismo.

Entre a noite de ontem e a madrugada de hoje, sentei uma hora ao lado de um jornalista do mais famoso jornal carioca, na sala de imprensa do Anhembi. Ao mesmo tempo, comecei a pensar comigo mesmo: o que eu estaria fazendo lá, sendo que eu nem sou jornalista?!

Não me formei e nunca trabalhei como profissional de jornalismo. Então o que eu estava fazendo lá?

A resposta é simples: sou, assim como milhares de outras pessoas comuns, um produtor de conteúdo, um gerador de informação. Mas afinal, os jornalistas também fazem o mesmo: são provedores de conteúdo e geradores de informação. A grande diferença não está entre cada um destes especialistas, mas sim nas ferramentas que hoje proporcionaram uma democratização maior para que se colabore com notícias muitas vezes postadas em primeira mão por não jornalistas, graças a agilidade e instantaneidade de blogs e ferramentas colaborativas.

Me lembro de ter sido um dos primeiros a soltar imagens, em tempo real, no Twitter, de como estava o movimento no Skol Sensation, pelo Twitpic (aqui) (aqui) e (aqui).

Hoje, qualquer pessoa pode ter uma informação riquíssima em mãos. Sendo ela captada por uma máquina fotográfica, por exemplo, como aconteceu comigo ontem.

Sou publicitário e possuo dois blogs, aquilo que antes era conhecido popularmente como diário virtual/pessoal, e hoje já se consolidou como uma mídia segmentada. É bom ver que tem muita gente se adaptando à essa nova fase, se não vão ter que correr contra o tempo.

The change began!!!

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