
Sempre critiquei aqueles que não aprovam a pertinência dos games para a cultura, habilidade e desempenho das crianças e dos adolescentes.
Segundo estudos feitos em Harvard, os games são sim, ferramentas altamente capazes de desenvolver hábitos de relacionamento (aprender a se lidar com os outros) e individuais (desenvolver a responsabilidade).
Com os jogos eletrônicos, os gamers começam com o objetivo em mente. Isso estimula crianças e adolescentes a se preparar com atividades mais antecipadas e metódicas.
Para se ter idéia - uma escola infantil da Inglaterra usa o PSP (Playstation Portátil) em sala de aula.
Isso mesmo, a HolyHead School, localizada em Birmingham, decidiu adotar a plataforma de videogame em lugar de livros e apostilas.
Segundo os próprios diretores, os alunos pegam mais simpatia pelo conteúdo escolar. Além de incentivar professores a criar podcasts - e assim, possibilitar os alunos baixar o conteúdo em seus próprios consoles PSP.
Na Escócia, outro país do Reino Unido, o videogame foi inserido no currículo escolar de todas as instituições infantis do país.
Assim como no Japão, o Nintendo DS se transformou no caderno de anotações dos alunos de uma escola de língua inglesa.
Aqui no Brasil, escolas como Santa Maria e Dante Alighieri, usam games para ilustrar o ensino do futuro aos seus alunos.

Tudo isso é devaneio por parte dos gestores ou é algo que realmente está fazendo a diferença nesse mundo onde a tecnologia está cada vez mais presente no dia a dia das pessoas?